quarta-feira, 30 de setembro de 2009

hoje eu pirei.... nunca me senti tão baixa, tão burra, tão inutil, me senti a pior coisa do mundo.... nunca me senti tão mal.... bom se os loucos se sentem assim vou passar a respeita-los mais..... espero nunca mais sentir isso..........

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Licita

Licita

Parecia-me impossível colocar pé ante pé, algo que é automático, nunca chegaria em casa se não conhecesse o caminho a 17 anos. Minha cabeça latejava, meu equilíbrio já quase não existia e apesar da total falta de noção do mundo eu ainda sentia a ardência na ponta dos dedos que sangravam, pela falta das unhas.

Até os 16 anos, todos são aparentemente normais, temos uma rotina certa. Com mais ou menos 4 anos começamos a freqüentar o colégio, e nem damos muita importância a isso, é super fácil levar tudo isso sem nenhum esforço. Na chegada da adolescência as coisas parecem se tornar mais difíceis, mas tudo não passa de um pequeno conflito interno, que poder ser facilmente resolvido com uma boa estrutura familiar.
Tudo começou a mudar quando completei 17 anos, no dia 18 de Maio, como moro no Brasil, para poder entrar em uma faculdade eu preciso prestar uma prova, chamada de vestibular, o que já é uma grande barreira, ainda mais para quem quer ingressar em uma faculdade pública. Pra mim o colégio já era uma barreira, pois desde a oitava série os professores me davam a impressão de que nós, alunos, não necessitaríamos de vida, coisa que eles têm o pleno direito, já que muitos apresentam os mesmos materiais há anos, sem nem colocar nem por uma vírgula a mais.
Talvez eu fosse uma exceção, mas desde esta época mais remota eu já refletia esta insignificância do aluno para o professor. Procurando atingir uma meta eu me tornei doente. Para muitos ficar doente é normal, mas para mim não era. Eu tentava fazer tudo o que os professores mandavam, como coisas inúteis, exemplo: procurar 100 palavras no dicionário, escrever seus significados no caderno, sendo que o tempo para resolução era de um dia. Mas tudo isso era em geral ignorado, e por muitos eu ainda era odiada por fazer e odiada mais ainda por não emprestar o meu esforço.
Nessa época difícil tudo foi embora, aquele “amigo” leal sumiu, os colegas desapareceram já os pais estão sempre ali, mas era um tanto difícil entender. A esse ponto a minha rotina se modificou, em vez de muitas aulas, entre elas existia a parte chamada vomito, e não era bulimia, era algo simplesmente sem explicação, só que as coisas foram piorando, dormia sempre, fui perdendo a cor da pele, tinha dores abdominais terríveis, a menstruação nunca parava.
Um ano se passou assim, além de meus pais poucos sabiam, fui tomada pelo desespero quando nem da cama eu conseguia levantar, assim fui parar em um hospital, poucas gotas de sangue foram possíveis, mas ainda assim o resultado foi claro: nada consta.
Dois anos se passaram e a coisa começou a melhorar, mas algo surgiu no meu horizonte, o infeliz do vestibular, ele poderia ser a minha maior derrota como a minha maior vitória, mas por enquanto era o meu maior inimigo. Com a infelicidade dos 17 anos eu morri.
Tudo foi conseqüência do desafeto daqueles que deveriam ser nossos grandes mestres imparciais. Quando a dificuldade começou a aumentar eu já estava a ponto da loucura, o caminho foi procurar uma psiquiatra. Remédios vinham e iam com uma facilidade tremenda, porém minhas aulas atrapalharam neste processo, e algo que eu não conhecia começou a acontecer, a dependência de algo que para muitos ainda é licito, e é uma droga sim.
Parecia-me impossível colocar pé ante pé, algo que é automático, nunca chegaria em casa se não conhecesse o caminho a 17 anos. Minha cabeça latejava, meu equilíbrio já quase não existia e apesar da total falta de noção do mundo eu ainda sentia a ardência na ponta dos dedos que sangravam, pela falta das unhas.
O que era para ser fácil se tornou um pesadelo, nada fazia sentido, até que algo me entender, que ser parte deste sistema não valia à pena, ser apenas mais um robô daqueles que nos ignoram era burrice. Foi ai que conheci o poder do ser humano, a força de vontade encontrada no suicídio, fácil e um pouco demorado, mas morrer enforcada nem foi tão difícil, a dor foi momentânea, mas logo a leveza foi tremenda e a felicidade tomou conta do meu corpo, ou melhor, da minha alma, para onde fui não posso contar, esses mistérios só serão descobertos na sua hora.
___________________________________________________________________
Isto é uma obra de ficção, possiveis opniões não são compartilhadas pela escritora, espero que gostem ;D

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

odeio...

Depois dizem que a tpm não afeta as mulheres, sério, vocês, principalmente os homens, não imaginam o quanto isso é horrivel, sabe quando as tuas atividades costumeiras chegam a te dar vontade de chorar, até ai normal, mas sabe quando até um espirro te da vontade de chorar, é a coisa mais horrivel que existe. Hoje foi um desses dias pra mim, só que ainda exeistem aqueles fatores que interferem mais ainda, como ler um livro com o final triste, consegui esta façanha, ser tratada com desdém, por minha culpa, e me sentir ainda mais culpada, ficar com tanta raiva que eu mordia meu braços para ver se aliviava, mas tava muito dificil. É impossivel descrever a angustia que se sente em um dia assim, tenho pena de quem teve que ficar perto de mim, desculpem-me.... sou uma idiota... o mais estranho é admitir isso sabendo que alguns vão me criticar por justamente eu me criticar, já que estas acham que o mundo gira em seus umbigos e só elas podem fazer isso =//

bah viajando de novo, me ignorem, e espero que esses dias passem logo, estou louca para fazer as provas do enem e me livra logo disso...

domingo, 20 de setembro de 2009

Meg Cabot entre outras


Muito feliz por ela ter vindo aqui e se divertido.... muito triste por não poder ver ela....

-------------------------------------------------------------------------------------
Consegui decidir o que fazer no vestibular, e vai ser história.

-------------------------------------------------------------------------------------

Cortei o meu cabelo curtinho.


-------------------------------------------------------------------------------------

Mas apesar de tanto realizar, posso dizer que ainda tenho tristezas, sei que nem é justo pensar assim, mas é muito mais difícil não pensar, minha maior conclusão é a infelicidade de não ter uma porto seguro.

Não tenho aquelas frescuras de gurias, acho que pra maioria dos guris, sou guri, mas isso nem vem muito ao caso, já que não me importo muito, mas o pior nesse sentido é saber que os outros me enxergam como um robô, como se eu nem tivesse sentimentos... e o mais contraditório é que eu não gostasse de ser feliz, me divertir, jogar tudo longe.... mas pois é eu não faço sentido mesmo, mas já me contradizendo eu sou fácil de entender o segredo é só ser paciente xD só isso.

Bom quanto a outras coisas provavelmente morro titia xP


-------------------------------------------------------------------------------------

Estou postando besteiras no you tube, procurem itoday92 lá tbm!



até amores!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Acabou

Porque estou a deriva desta ilha chamada Brasil
Onde tudo aqui é "descoberto"
Mas nada por nós conquistado
Perdemos as façanhas
E ganhamos entranhas
Onde só há o explorador
Foram-se as matas,
Sumiu-se o chão,
Subiram-se os prédios,
Perdeu-se o espaço
Já quem agora pensava em ganhar, acabou de perder o último luar.
IOS
----------------------------------------------------------------------------------
Quando não tenho o que fazer, eu invento, agora ando até desenhando, imagine só xD.
Saudações !

quarta-feira, 22 de julho de 2009

17 again

Nem tenho muitas palavras para descrever este filme. Hoje quando acabei uma das etapas de um simulado, resolvi ir no cinema, e vi que este era um dos filmes que já estava para saír de cartaz. Pensei, pensei, e por mais que seja besteira, é impossivel resistir a Zac Efron. Mas depois deste filme é impossivel dizer que ele é só mais um rostinho bonito. Não só ele, mas todo o elenco era fantástico, realmente perfeito, me fez pensar e me fez rir muito. Com sátiras muito bem boladas sobre a adolescência e ainda uma boa dose de reflexão sobre as nossas escolhas, lembrando que o que passou, já passou e tudo deve ser muito bem aproveitado. Romantismo não falta, mas o mais legal é mostrar a diferença da juventude, e na minha visão, o quão mesquinhos nós nos tornamos. Vale a pena assistir!

domingo, 19 de julho de 2009

Pottercon


Bahh hoje o dia foi otimo, se você for viciado como eu em Harry Potter você também adoraria. Hoje eu fui em um tipo de evento só sobre HP, tudo isso na Usina, não tinha muita coisa, mas o que valeu foi a companhia. E como o assunto é Harry vou falar do filme que apesar de ser bem feito perdeu pontos nas modificações que fez, apesar de que ainda adoro tudo isso.

sábado, 18 de julho de 2009

Rotina


Puts acho que estou ficando louca, ... esse até é um dos motivos por eu não postar tanto, ou melhor, postar tão pouco, só para localiza-los, agora eu tenho aula o dia todo, provas mais ainda, mas ainda tenho o desejo de escrever mais, já estou com algumas ideias, aguardem....
a imagem não tem nada a ver com a minha condição atual, mas é um dos castelos que eu mais adorei visitar.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

ai o segundo conto, e em breve, se eu achar meus antigos poemas eu os postarei.



Dócil

Parecia um dia normal, muita gente no pátio do colégio, muito barulho, aquele seria o nosso último recreio antes da formatura. Tudo estava ótimo, estávamos na rodinha de amigos costumeira, dali a pouco um cachorro, até que bem dócil, começou a circular entre nós. Edu, meu colega loiro, com cabelo cacheado e de olhos meigos, disse que iria pegar o animal e levá-lo para fora dali.
O desespero me tomou quando o indefeso cachorro se transformou em uma fera da minha altura, com dentes do comprimento de meus dedos, que jogou Edu contra a parede. Ele caíra em meus braços, e sussurrou:
- Laura...
Sem conseguir proferir mais que meu nome eu o levei para as escadarias que davam acesso ao prédio da enfermaria, lá o deixei. Ao voltar para o pátio vi o dia se tornar noite, tudo em total breu, a correria era geral, estava sem entender nada.
Chamei por minhas amigas vi que elas estavam organizadas correndo para o prédio dos dormitórios, chamei novamente, não obtive resposta, até que um de meus colegas me chamou. Os meninos estavam no banheiro masculino, segurando isqueiros, não me falaram nada além de:
- Suba as escadas, rápido...
Depois só entendi gritos, por dentro do banheiro vi escadarias, as subi, logo encontrei algo parecido com uma fortaleza, me acomodei em um pequeno espaço. Pouco tempo depois algumas meninas entravam, mais atrás vi minhas amigas, perguntei:
- O que esta havendo?
Denise, ofegante respondeu:
- Você não consegue nem imaginar? Aquele não era um cão comum, era um lobisomem, e quando Edu tentou domá-lo, ele levou como um desafio. Nossa sorte é que fomos treinados para sermos caçadores de lobisomens...
Foram as últimas palavras de que me lembro, depois houve um baque muito grande na rua e daí eu desmaiei. Logo fui acordada, mas não consegui digerir aquela história de treinamento, mas aos poucos comecei a perceber certas atividades escolares como: treinamento de cães, muitas lutas corporais, lendas antigas, sobrevivência na selva e em locais de completa escassez,...
Cada vez tudo parecia mais confuso, até que fomos informadas que os meninos foram derrotados, e levaria pouco para que a fera nos achasse, era lutar ou morrer sem tentar. Muitas, com medo, ficaram no abrigo, já sem escolha fui à frente, a escuridão permanecia, mas ainda sim foi possível ver muitos corpos no chão. Circulamos por todo pátio, porém nenhum sinal do monstro.
Fomos para a sala das câmeras para localizar o animal, no local mais inesperado o encontramos. Parecendo um simples animal, ele estava sentado no jardim dos girassóis, onde seria a entrega dos diplomas, porém nada fora organizado, apenas um mural com nossas fotos. Ouvi um estampido e o cão com tamanho de um urso adulto fora atingido, por uma garota da equipe de tiro ao alvo, ele caíra, derrubando o mural e manchando-o de sangue. Triste saber que o fim seria apenas o começo que uma vida sem aposento, e muito menos de outra direção, triste fim.

Formaturas infernais

Fiz dois contos para uma promoção do livro, vou posta-las, provavelmente não serão do agrado da maioria, mas pra mim é uma especriencia, ainda assim espero que gostem.



Pé Esquerdo

- Seu idiota, então não venha me buscar amanhã!
Foi assim que o meu telefonema com Dave acabou, parece um pouco triste, mas a culpa foi dele, já começando por ele ter me chamado de Miojo, será que ele nunca vai entender que o meu nome não tem nada a ver com massa, ele é tão simples, Meg.
Apesar de tudo isso espero que ele venha me buscar amanhã, afinal, vai ser o meu primeiro baile de formatura, quero que tudo seja perfeito. Contudo vou dormir agora, pois amanhã não posso estar com olheiras.
- Não, meu coração não, eu garanto que não sou boa, não faça isso, é a minha família, eles não merece, ta tudo bem, acaba comigo primeiro, NÃOOOOO!
Droga acho que eu tive um pesadelo. Só não entendi porque mesmo berrando no volume em que eu estava ninguém veio me acordar. Mas tudo bem, hoje não posso me estressar, pensando bem, posso sim, garanto que se o Leo estivesse aqui tudo estaria bem, meu irmão querido, esta vai ser minha primeira grande data sem ele, espero me sair bem.
O dia passou rápido, mas muito estranho, parecia que a rua inteira decidiu dormir o dia inteiro, silêncio absoluto. Usei esses fatos ao meu favor, liguei o som bem alto e fui tomar um banho de banheira, tudo estava ótimo, até que a água começou a ficar vermelho sangue e aquela musiquinha de filme de terror começou a ressonar nos meus ouvidos, tinha ficado menstruada bem no dia da minha formatura.
Eu não podia ter mais problemas, ainda bem que eu estava preparada para este. Logo tive que sair da banheira, fiz um rápido tratamento de pele e arrumei o meu cabelo, me maquiei e me vesti, não para me gabar, mas eu estava linda, e nas doze badalas eu não me transformaria.
Já quando soaram oito badaladas não me contive, cai no choro, Dave acreditou em minhas palavras. Entretanto meus pais poderiam me levar, mas onde eles estavam em lugar nenhum. Resolvi chamar um taxi, mas ninguém atendia. Pior não ficaria então resolvi ir andando, afinal o colégio não ficava muito longe.
Eu era uma modelo nas ruas desertas, mas aquilo realmente não parecia uma passarela e sim um comercial de xampu, “Seus cabelos não iram mais sofrem com a umidade”, mas as poucos o vento aumentou e a chuva também. Só imaginem cheguei lá ensopada.
Tinha começado a me acalmar, porém não havia ninguém ali. Imaginei que todos já estariam no salão, o alívio percorreu o meu corpo quando vi o salão lotado, mas aos poucos quando percorria o corredor lateral vi que aqueles não eram meus colegas, e muito menos eram gente viva.
Minha reação mais espontânea foi o grito, mas a música estava alta demais para isso, tentei sair correndo, mas escorreguei em uma poça de sangue, meu vestido branco se tornara vermelho, reparei aos poucos que além da multidão de seres havia corpos no chão, alguns colegas sem sorte. Senti algo gelado tocar em mim, uma mão sem pele, meu professor, ele me disse para ir embora logo, já que aquilo era normal, e dali a um dias todos voltariam a ser o que eram.
Fiquei pasma quando ao olhar em volta vi quem eram aqueles serem, todas as pessoas da cidade estavam ali, e meus colegas ao chão eram os que desmaiaram antes de sair dali. Aos poucos consegui tomar consciência, mas não foi o suficiente para me mexer, sem contar o cheiro de sangue que começou a me deixar tonta, tudo começou a girar, até que pareceu que eu estava flutuando.
Não pensem que eu adquirira poderes, era apenas meu irmão me carregando no colo. Leo disse que correra para chegar aqui o mais rápido que pode depois de ficar sabendo que estava tão próximo de acontecer este fenômeno na pequena cidade de Canoas. Demorou até eu assimilar a idéia, mas quem não demoraria, pois descobrir que você mora em uma cidade que de vinte em vinte anos a pessoas viram zumbis sem aviso prévio por uma noite. Só fiquei imaginando por que os mais novos estavam normais, ele também me explicou que isso só acontecia depois de certa idade.
Voltamos para casa, me limpei, liguei para o Dave e descobri que ele era um dos prováveis desmaiados já que ninguém atendera, vesti aquele pijama que ajuda em todas as horas, fiz pipoca, e eu e Leo ficamos conversando por um tempinho até cairmos no sono, acabamos ficando no sofá até nossos pais nos acordarem, como se nada tivesse acontecido. E a formatura acabou sendo transferida pois dizem as más bocas que ninguém acabou indo na data anterior, o motivo teria sido uma virose, já de Dave ninguém nunca mais ouviu falar.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Duvidas

Sabe, ultimamente andei pensando muito sobre vestibular, o que fazer o que não fazer, fazer cursinho ou não, realmente vou conseguir seguir uma carreira??!! Acabo ficando muito confusa. Mas graças a Deus ainda tenho o colégio, e é de lá que tiro minhas opiniões, ou melhor, é lá que elas são formadas. Entretanto com todas essas informações acabei ficando preocupada com o futuro, e não só o meu.

sexta-feira, 27 de março de 2009

pra mim, simplismente perfeito

POEMA EM LINHA RETA(Álvaro de Campos)
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

sábado, 21 de março de 2009

aviso

Nem sempre vou poder escrever, mas minha intenção ainda é de um diário on line, quero mostrar as enfermidades de um mundo mesquinho, as crueldades da vida real, e sim as felicidades por estar viva, ou melhor, por poder viver. Nem tudo a se escrever aqui serão situações veridicas, quero praticar tambem a minha escrita e minha criatividade.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Alemanha

Achei que nunca poderia realmente escrever isso, mas agora tenho certeza que posso.
Sabe aquela fase da adolescencia que tudo é ruin, que para ser igual a todo mundo vc deve seguir um padrao, sem poder ser vc mesma.
Eu fiz tudo isso e me arrependo de poucas coisas, porque acabei aprendendo cedo a dar valor a tudo que tenho.
Um namorado nao é tudo.
Um amigo pode ser uma base forte, mas nao pode ser tudo, pois por mais que queiramos confiar eles nao sao perfeitos e muito menos deuses, entao tbm erram.
Em dois anos ganhei e perdi mais amigos do que em toda a minha vida, e percebi como aquilo tudo era só uma situacao de status, algo que por mais que soe bem nao nada.
Mas agora que acho que cresci um pouco mais, consigo enchergar isto, até acho melhor.
Bom já falando em sonhos, ainda nao conheci um principe encantado, mais conheci a viajem dos meus sonhos, aquela que esta me enchendo de duvidas do que fazer no futuro, que esta realizando tudo o que eu queria conhecer, e muito mais, um sonho realizado = 2 messes no sul da alemanha.
Nao vou poder ver tudo mas já estou planejando outra realizacao.

Acho que niguem lê isso por isso a partir do final de fevereiro, vai se tornar meu diario... preparem suas mentes...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Sonhos podem ser realidade

A pouco tempo achava que tudo estava perdido,
que os amigos não existiam,
que tudo era sempre mentira,
e nada se realizava,
mas desvendei algo que quero contribuir,
e por isso pretendo começar a escrever aqui,
como os sonhos se realizam!
IngridOs